segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

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Tecnologia Assistiva

Tecnologia assistiva não salva vidas nem reduz morbidade, simplismente permite as pessoas portadoras de deficiências ter uma vida com mais possibilidades.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Atividade realizada no curso Comentário sobre Educação Inclusiva



A escola é um espaço cultural destinado a prática pedagógica, devendo ser um espaço gerador de dúvidas e transformações sociais e individuais.
O diálogo do educando com o saber, com a cultura corporificam os conhecimentos, umas das principais fontes para o trabalho pedagógico.
Por sua característica de relação humana a educação só pode dar-se mediante o processo pedagógico, o qual inevitavelmente precisa ser dialógico, garantindo a condição de sujeito tanto do educador quanto do educando. Nesse sentido, deve-se acrescentar que a comunicação, o diálogo do educador consigo mesmo e com os educandos, midiatizados pela realidade, é fator decisivo para uma educação de qualidade.
É consenso geral que a educação encontra-se em crise. Quando trata-se de educação inclusiva,a dificuldade é ainda maior;devemos unir nossas forças para que seja dada a devida atenção as pessoas com deficiência.
Muitos representantes participam de grupos na formulação da legislação mas precisamos que essa legislação deixe de existir apenas no papel e facilite a vida diária dessas pessoas em coisas que para nós parecem corriqueiras como por exemplo uma rampa de acesso a uma sala de aula.
A educação inclusiva começa a existir na família. E se nós professores não estamos preparados (ou não queremos nos preparar) o que podemos dizer dos pais?
Eles que estão esperando que a criança chegue perfeita e de repente acontece de suas expectativas serem frustradas. Como a família vai receber essa criança com necessidades especiais?
Para que façamos parte de uma educação inclusiva é essencial que a família se apodere do seu direito e responsabilidade de ajudar e cobrar o atendimento das pessoas com necessidades especiais. Muitos não sabem como agir por falta de esclarecimento, recursos, ou mesmo por não aceitarem ter um filho com NE passam a delegar esse poder aos profissionais da saúde e da educação.
Segundo Freire (1977, p.47 )
É preciso que a educação esteja - no seu conteúdo , nos seus programas e nos seus métodos adaptada ao fim que se persegue. Permitir ao homem a ser sujeito, construir-se como pessoa, transformar o mundo, entabular com os outros homens relações de reciprocidade, fazer a cultura e a história. (...) O homem não pode participar ativamente na história, na sociedade, na transformação da realidade, senão for ajudado a tomar consciência da realidade e da sua própria capacidade para a transformar (...) importa preparar o homem para uma autentica educação: uma educação que liberte, não que adapte, domestique e subjugue. Isto obriga a uma revisão total e de fundo dos sistemas tradicionais da educação, os seus programas e os seus métodos.

O ensino fundamental é obrigatório dos 7 aos 14 anos e as crianças com NE não formam um grupo em separado , com atendimento diferenciado.
Segundo a Convenção de Guatemala ( art. 1º, nº 2, “a” )
É impossível um tratamento desigual com base na deficiência, definindo a discriminação como toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência antecedente de deficiência, conseqüência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais.
Então, quando deixamos de aceitar a matrícula de um aluno com deficiência e que tenha idade de freqüentar o ensino fundamental e o encaminhamos ao ensino especial estamos indo contra o estabelecido na Convenção de Guatemala. O acesso à educação em todas as etapas é um direito de TODOS.
A Constituição Federal considera que o Ensino Fundamental é obrigatório, portanto, não ter seu acesso limitado para não ferir o direito de igualdade de toda as pessoas.
Não cabe a nós professores medir o grau de deficiência ou aprendizagem dos portadores de NE, pois não podemos prever qual o progresso de cada um.
Paulo Freire ensina:
Que possibilidade de expressar-se, de crescer, vem tendo a minha curiosidade?Creio que uma das qualidades essenciais que a autoridade democrática deve revelar em suas relações com as liberdades dos alunos é a segurança em si mesma. É a segurança que se expressa na firmeza com que atua com que decide, com que respeita as liberdades, com que discute suas próprias posições, com que aceita rever-se (...). Ensinar exige segurança competência profissional e generosidade. (1999, p. 102).
Na minha escola temos poucos casos de NE e nenhum deles é grave estamos na expectativa da chegada da sala de recursos para esse ano letivo, para que possamos dar um atendimento mais adequado para nossos alunos.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Terra de Érico Verissímo


CRUZ ALTA TERRA DE ÉRICO VERÍSSIMO



Mui Leal Cidade Do Divino Espírito Santo De Cruz Alta, terra hospitaleira de prédios históricos como a Prefeitura Municipal e a 9° Coordenadoria de Educação, formada por muitas escolas estaduais e municipais, uma escola militar, nossa universidade querida que tanto contribui para o crescimento da cidade – UNICRUZ. Oferece anualmente O seminário de Educação Inclusiva, sendo Cruz Alta município pólo.